O projeto de gás é obrigatório em obras e não pode ser improvisado. Uma instalação errada representa risco de vida. Entender o básico ajuda a fiscalizar corretamente.
Por Deschamps & Poffo Arquitetura · Atualizado fev. 2026 · 10 min de leitura
GLP (Gás Liquefeito de Petróleo): o gás de botijão (P13) ou a granel (tanques maiores). Disponível em todo o Brasil. O GLP é mais pesado que o ar — em caso de vazamento, concentra-se no piso, risco de explosão.
GN (Gás Natural): fornecido pela distribuidora municipal, chegando por rede de gás nas ruas. Mais barato, mais conveniente (não precisa repor botijão). O GN é mais leve que o ar — em caso de vazamento, sobe e dissipa mais facilmente.
A instalação e as normas variam entre os dois. Nunca troque um equipamento de GLP por GN sem conversão adequada — as pressões e os queimadores são diferentes.
A instalação de gás residencial é regulamentada pela ABNT NBR 13523 (para centrais de GLP) e NBR 15526 (para redes de distribuição interna). O Corpo de Bombeiros de cada estado também tem normas específicas.
Pontos críticos das normas:
Durante a obra, é fundamental prever:
Nunca improvisar a passagem de gás depois das paredes fechadas sem projeto e profissional habilitado.
Sim. A instalação de gás deve ser executada por profissional habilitado com emissão de ART. Em muitas cidades, o Corpo de Bombeiros pode vistoriar a instalação.

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